Tudo é frágil demais

A fragilidade de uma relação não reside na possibilidade de destruí-la, mas na impossibilidade de reconstruí-la.

É partir dessa ideia que esta performance foi criada. Inspirado nos livros “Amor liquido: Sobre a fragilidade das relações humanas” do sociólogo Zigmund Bauman, e na obra “Fragmentos de um discurso amoroso” do filósofo Roland Barthes, a ideia a ser explorada aqui é sobre como as relações afetivas se fazem e se desfazem, sempre deixando marcas. Nesse caso as relações são metáforas que aparecem em gestos e movimentos, em palavras faladas e escritas, em sons e composições… tudo ligado por .emoções que se constroem, se são destruídas, que são refeitas bem diante dos olhos de todos os espectadores.

Sinopse:

Em algum lugar qualquer estava escrito algo sobre um mito grego em que dizia que as pessoas estão ligadas por cordas. Quando essas pessoas brigam, discutem, se separam, essa corda se rompe. Os laços são desfeitos e as pessoas separadas. Cada qual fica com seu pedaço, com seu fragmento de memória, de história.

Mas quando a relação é reconstruída esses laços são refeitos e a corda se une novamente. Para que isso aconteça uma parte, um pedaço, um fragmento se perde. Algo foi perdido nessa relação… Mas por outro lado a corda fica menor, e as pessoas, mais próximas.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Nicolle Vieira

Assistente Direção: Fred Calazans

Concepção: Nicolle Vieira

Bailarinas: Nicolle Vieira e Piera Rodrigues

Artista plástica: Angelica de Vries

Trilha Sonora original: Vinícius Preisser

textos: Angélica de Vries, Nicolle Vieira e Piera Rodrigues

Cenografia: Angélica de Vries, Nicolle Vieira e Piera Rodrigues

Figurinos: Nicolle Vieira e Piera Rodrigues

Produção: Nicolle Vieira

Som: Fred Calazans

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